Sun Kil Moon - Tiny Cities Made of Ashes
Chris Holmes - I Don't Care What My Friends Say
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roberto
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Sun Kil Moon - Tiny Cities Made of Ashes
Chris Holmes - I Don't Care What My Friends Say
Oceansize - Meredith
Death Cab for Cutie - Soul Meets Body
Bloc Party - The Pioneers
Tunng - The Pioneers
Sufjan Stevens - For the Widows in Paradise, for the Fatherless in Ypsilanti
Boom Bip - The Matter of our Discussion
Syd Matters - To All Of You
The Killers - Jenny was a friend of mine
Pet Shop Boys - Psychological
Bah Samba - Portuguese Love [Phil Asher Mix]
Junior Jack - É samba [Rasmus Faber Club Mix]
Offer Nissim feat. Maya - Alone
Destiny's Child - In Da Club
Madonna - Sorry (Paul Oakenfold Remix)
Kelly Rowland - Dilemma [Live in Atlanta]
Sisters of Mercy [Live] - Gimme! Gimme! Gimme!
Morrissey [Live] - There is a light that never goes out
Sisters of Mercy - Marian
Comentários só mais tarde, o sono me impede de fazer isso agora. Mas acho que é melhor deixar pelo menos a música disponível...
Red Lorry Yellow Lorry - Beating my Head
LL Cool J feat. Jennifer Lopez - Control Myself
A idéia de um podcast, segundo consta, é gravar e transmitir emissões de rádio. Imagine a amplitude de possibilidades num país como os EUA, onde a tecnologia é barata, todo mundo circula livremente com seus iPods, tem internet mega-rápida em casa, e vai tomar café no Starbucks carregando o seu laptop com wi-fi. Não é à toa que o YouTube e o iTunes fazem tanto sucesso: com nada melhor pra fazer e a possibilidade de fazer upload e download de vídeos em segundos, por que não fazê-lo?
Além disso, os americanos são pessoas bem esquisitas (o documentário "Trekkie" é uma aula dessa esquisitice, que na verdade é até bastante simpática em alguns momentos). Então fica fácil imaginar um monte de gente gravando programas, fazendo mix tapes e distribuindo isso por aí sem cobrar absolutamente nada.
A que isso leva? À possibilidade da extinção das estações de rádio, ou, como disse a Gláucia, "ao fim do jabá". Fica difícil as gravadoras simplesmente pagarem para uma estação veicular uma mesma música cem vezes por dia, quando você só precisa de uns poucos toques no computador pra abrir uma infinidade de alternativas ao pagode/axé/Calypso insistente das rádios. Da mesma maneira, acaba sendo fácil pra uma bandinha nova se promover. Começa pela facilidade em produzir a música - ninguém mais precisa de horas de estúdio quando um Applezinho faz quase tudo com qualidade comparável. Daí, é só encontrar o seu nicho (e há comunidades no orkut com milhares de integrantes com gostos parecidos) e pronto.
Com essa facilidade toda, que só foi possível graças ao mp3, a questão passa a ser: como fazer dinheiro com a música? Lembro de um texto do Nomínimo que eu andei repassando, em que o autor argumentava que o iPod revolucionou de vez a nossa relação com a música, dada a possibilidade de você circular por aí com a sua coleção inteira de CDs enfiada no bolso (o que exigiria um aparelho com pelo menos 20GB, mas nos EUA isso já é baratinho).
Quanto às dificuldades de proteção aos direitos autorais e distribuição ilegal das músicas, isso pra mim só parece se constituir como problema para aqueles que não conseguem pensar em alternativas além do modelo antigo, baseado na relação de autor (que já tinha sido demolida no campo da literatura desde os anos 1960; por que ainda resistiria em relação à música? Resistiu enquanto a tecnologia permitia esses excessos autorais). Ou alguém aí está vendo a Madonna perdendo dinheiro, ou a Britney sem dormir, preocupada porque copiaram um milhão de seus CDs? E se o pessoal do Metallica tem que se conformar em comprar uma mansão de 100 milhões no lugar de uma de 200, por conta das cópias piratas, who gives a fuck?
Por aqui, ainda estamos um bocado atrasados tecnologicamente (o que não impede a venda dos CDs piratas a $3 no camelô, que gera a famosa questão Tostines: as gravadoras tentam compensar as perdas com a pirataria cobrando mais de quem compra o CD legal, enquanto a alta dos preços obriga a maior parte das pessoas a recorrer aos piratas. Quem está errado nessa história?), o que torna a opção de um podcast mais limitada. Daí a sacada genial da Vanessa: por que não simplesmente postar músicas, digamos uma por dia? Ótima idéia que, como ela mesma já disse, começou a gerar vários copycats, eu incluso.
Isso significa apenas explicitar um pouco qual é o meu gosto musical - quem me conhece sabe que é o mais esquisito possível, afinal a minha última compra foi um CD do Rammstein e outro do DJ Marlboro (com os mega-hits "Ela só pensa em beijar" e "Glamurosa"). É claro que a gente sempra tenta fugir um pouco do mais óbvio e convencional, o que nem sempre é possível...
Hoje eu deveria postar uma música da Madonna. Afinal, não dá pra começar um podcast musical sem colocar uma música dela. Mas eu queria publicar a versão de "Sorry" remixada pelos Pet Shop Boys, o que infelizmente eu não consegui, pois o arquivo era muito grande e não deu pra receber por email... E postar simplesmente a versão do álbum não me pareceu ter graça alguma!
Então, pra aproveitar o clima do Skol Beats (evento que eu não fui), nada melhor do que o funk da Deise Tigrona!!!
Deise Tigrona - Injeção
Ouvir com moderação.
Deise Tigrona - A p**** da b***** é minha
Shakira lançou recentemente dois CDs: o primeiro era em espanhol, com o primeiro hit em parceria com Alejandro Sanz ("La Tortura").
Depois ela lançou o volume dois do mesmo CD, desta vez em inglês. Uma musiquinha tentando ser meio politizada ("Timor"), outras apenas uma tradução do espanhol... Mas o pulo do gato veio em seguida - pois é, não basta lançar um CD em dois volumes, é preciso depois relançá-lo com músicas extras!
Não é novidade que o hip hop domina completamente as paradas americanas. A fórmula é mais do que conhecida: um neguinho falando num ritmo mais ou menos constante. As letras normalmente se referem apenas a compra de jóias (os rappers adoram uma jóia bem grande, e grifes de todo tipo: basta lembrar de uma das poucas coisas engraçadas no filme "Be Cool", o Vince Vaughn como rapper wannabe, vestindo uma mega-jaqueta Louis Vuitton. Mas qualquer marca serve, Gucci, Channel - qto mais chamativo o símbolo delas, melhor) ou a descrições mais ou menos explicítas do que eles pretendem fazer com a sua, digamos, "namorada" (bitch é o termo mais apropriado).
Na sua variante mais popular e, pelo menos pra mim, bem melhor, um vocal feminino cantado associa-se ao rap, cujo peso diminui um pouco, considerando-se o tempo total da música. Acontece que, depois de várias cantoras negras se lançarem nesse esquema, quase todas as cantoras pop se juntaram a algum rapper pra fazer pelo menos duas músicas de seus CDs. Mariah, Christina, Britney, todas fizeram pelo menos uma musiquinha com o seu rapper a tiracolo.
E, para tentar entrar no mercado americano, as cantoras de origem hispânica adotaram o mesmo recurso, algumas com menos sucesso (Thalia), outras com mais (Shakira). Só que, quando acontece de um desses rappers fazer sucesso, significa muito sucesso! 50 Cent deve ser o exemplo mais bem acabado disso. Quantos branquelos americanos não decoraram as letras dele e adotaram as gírias mais típicas?
Voltando à Shakira: a primeira vez que ouvi "Hips dont' lie" foi no American Idol (apenas por acaso o programa de maior audiência atualmente na TV americana). Desde então, o Beto faz a música não sair mais da minha cabeça a cada vez que saio com ele, já que faz questão de tocá-la. E um amigo do Dani, que recentemente viajou para os EUA e Argentina, proclamou: ela tem planos de dominar o mundo!
PS: Tinha esquecido de comentar que este ano o tema da Copa é dela! (thanks, Eiki)
Shakira feat. Wyclef Jean - Hips don't Lie
Até eu aprender a mexer nisso direito, vai um bom tempo ainda...
Enquanto isso, é preciso escolher uma música pra começar a história toda. Como o propósito é exatamente não ter que pensar muito, decidi colocar a Beyoncé pra tocar!
Assim que ouvi essa música (na verdade, acho que vi o clipe, todo cor-de-rosa), tive que baixá-la pra poder escutar ininterruptamente, over and over. Não é possível não gostar!
Além disso, é atualmente o toque do meu celular...
Beyoncé Knowles - Check On It
Todos sabem que eu sempre fui adepto das novidades, e nunca hesitei em seguir a última moda. Lembro bem quando, há longínquas eras, a Nara tinha um blog num servidor brasileiro já esquecido e falecido e, tão logo o Blogger se tornou modinha, lá fui eu criar o meu blog também.
Assim, logo que a Vanessa mandou a notícia de que tinha começado um podcast, pensei imediatamente: e por que eu também não crio um? Como ela disse que não é assim tão difícil de mexer, lá vou eu me aventurar... Até porque, a princípio, realmente parece demandar menos esforço do que os blogs normais...
Não, isso não quer dizer que eu abandonei de vez o meu blog "La Jouissance/La Vie ne Songe qu'à Mourir". Ele continua lá, na dele, parado, à espera de ventos mais favoráveis. Enquanto isso, let's have some fun, porque escolher uma música por dia me parece bem mais divertido do que escrever filosofices!!
Bem, de todo jeito a tarefa não parece das mais fáceis. Afinal, se eu escolhesse apenas uma música de cada CD que eu tenho, já daria mais de um ano! Sem contar que aderi ferozmente à moda dos downloads - adoro a idéia de pensar num artista e, em apenas um clique e algumas horas, você poder baixar a discografia inteira dele! Antes eu resistia, afinal é tão gostoso você abrir o CD, ver o encarte, olhar pra cara do artista. Mas a tecnologia é inelutável: rádios de carro com MP3 e iPods (artefato que na verdade ainda não tenho) tornam o disquinho físico não apenas dispensável, mas incomôdo. E, uma vez que as músicas tornam-se apenas um arquivo no meio de milhares, não há mais nenhum motivo para continuar adquirindo tantos CDs nos velhos formatos, ainda mais nos preços exorbitantes que a indústria insiste em continuar praticando. Ainda pretendo sim continuar a comprar alguns CDs, mas apenas de alguns artistas de que eu goste muito. Quanto ao resto, viva o download!
Mas chega de papo, and let's get started!
